Toda página que a gente monta acaba com um botão que o dono jurava que era importante e que ninguém toca. E quase sempre tem outro, jogado lá embaixo, que leva metade dos cliques.
Sem medir, você não sabe qual é qual. E aí a ordem da sua página é um palpite.
O que olhar
Duas coisas bastam, e as duas cabem numa tela:
- Quantas pessoas abriram a página nos últimos 30 dias.
- Quantos cliques cada botão levou no mesmo período.
Não precisa de painel complicado nem de curso de análise. O que você está procurando é o desequilíbrio: o botão do topo que leva menos clique que o do meio, o link que você quase apagou e que é o campeão.
O que fazer com a resposta
Sobe o que as pessoas clicam. Desce ou apaga o que ninguém clica. É literalmente isso, e o efeito é maior do que trocar cor, fonte ou foto.
Um caso comum: o dono põe o Instagram como primeiro botão porque é o que ele mais cuida. Só que quem chegou na página veio do Instagram. O primeiro botão devolve a pessoa para onde ela já estava, e o WhatsApp — que é onde a venda acontece — fica em quarto lugar.
O primeiro botão da sua página deveria ser o próximo passo da venda, não o lugar de onde o cliente acabou de sair.
Uma ressalva honesta
Número pequeno mente. Se a sua página teve 30 visitas no mês, a diferença entre um botão com 4 cliques e outro com 2 não significa nada — pode ser o acaso de duas pessoas.
Espere juntar algumas centenas de visitas antes de tirar conclusão. Até lá, o número serve para uma coisa só, que já vale: saber se alguém está entrando.
Para ler depois
Link na bio não é página
Uma lista de botões e uma página são coisas diferentes, e a diferença aparece no dia em que o cliente quer saber o preço.
Detalhe que vendeO link que você manda no WhatsApp está quebrado
Você manda o endereço para um cliente e aparece um retângulo cinza com o nome de uma empresa que não é a sua. Dá para consertar.
