Faça o teste: mande o seu link para você mesmo no WhatsApp e olhe o que aparece embaixo do endereço.
Na maioria dos casos aparece uma de três coisas. Um retângulo cinza vazio. O logo da plataforma que você usa, e não o seu. Ou um texto genérico do tipo "crie sua página grátis" — propaganda da ferramenta, no meio da sua conversa com o cliente.
Por que isso importa mais do que parece
Esse pedacinho tem nome técnico, mas o que ele é na prática é a sua vitrine dentro da conversa. É a única coisa que a pessoa vê antes de decidir se toca no link ou não.
E ele viaja. Toda vez que alguém encaminha o seu endereço para um grupo, para um amigo, para o marido — o que vai junto é aquele retângulo. Se ele mostra o nome de outra empresa, você está divulgando outra empresa de graça, na mão de quem já queria te indicar.
Quem te indica está fazendo o trabalho mais difícil da venda. O mínimo é o link chegar com a sua cara.
Como consertar
O que precisa estar certo são três coisas: o nome do seu negócio, uma frase que diga o que você faz, e uma imagem sua. Em ferramenta que leva isso a sério, os três saem do que você já preencheu e você não precisa fazer nada.
Em ferramenta que não leva, todo perfil devolve o mesmo cartão genérico da plataforma, e não há configuração que resolva — é assim por decisão de quem fez.
Dá para conferir em dez segundos, sem entender nada de tecnologia: mande o link para si mesmo. O que você vir é o que o seu cliente vê.
Para ler depois
Link na bio não é página
Uma lista de botões e uma página são coisas diferentes, e a diferença aparece no dia em que o cliente quer saber o preço.
DinheiroVender pela página sem pagar comissão
Plataforma de link que aceita pagamento costuma cobrar de 9% a 12% por venda. Existe outro caminho, e a diferença aparece no fim do mês.
