Ana Ferraz

Ana Ferraz

Especialista em Posicionamento da Mulher

Você é a identidade e a voz. Sou a ponte para esse reencontro. Já formei mais de 10 mil pessoas em voz e comunicação — e ensino a ocupar o lugar que é seu, na carreira, na família e na mesa de negociação. Dois eventos abertos agora.

Quem é Ana Ferraz
Onde a sua voz trava antes de sair
Posicionamento

Onde a sua voz trava antes de sair

Sou estrategista de posicionamento e arquiteta de narrativa. Co-criei O Código, o método que mostra onde a voz de uma mulher trava — e o que fazer para destravar. Não é teoria: é exercício, consciência do corpo e decisão. A mulher que entra sabendo pedir desculpa por existir sai sabendo cobrar o que vale.

Ana Ferraz
01

+10.000 formadas

Pessoas treinadas em voz, comunicação e posicionamento.

02

180 mil no Instagram

Uma audiência que acompanha e responde.

03

Vitra Empreendimentos

Dona de uma construtora com 17 anos de mercado e 177 unidades entregues.

04

O Código

Método próprio, co-criado, aplicado nas imersões e nas mentorias.

No palco
Ana no palco do Código da Voz
Ana diante do painel do Código da Voz
Ana de pé, falando para a plateia
Ana sorrindo durante a imersão
Ana no palco, braço erguido
Palco iluminado durante o evento
Ana no centro do palco
Ana falando sob a luz azul
A sala cheia durante a imersão
O que elas dizem
5,0 ★ · 5 avaliações
★★★★★
Me libertou. Fazem algumas horas que eu não parei de lacrimejar. Ser livre. Se libertar. E vou fazer um compromisso público aqui com vocês: hoje começa uma nova jornada. Está escriturado. Conto com vocês.
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Aula riquíssima hoje! Aprendemos sobre os 5 principais sabotadores emocionais, como identificá-los e superá-los e, acima de tudo, como desenvolver maturidade para que nossas emoções não governem nossas decisões. Conteúdo precioso — explodiu a mente.
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A aula hoje foi sensacional. Quanto aprendizado. Meu caderno de anotações tá transbordando de tantas anotações. Obrigada, Ana.
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★★★★★
Sei que algo mudou nas minhas avaliações. Ontem comecei a falar mais sobre as minhas experiências como mulher e percebi que elas começaram a chorar. Senti que a minha voz pode ser ouvida e que ela pode ajudar outras mulheres — elas se sentiram seguras. O importante é que o movimento começou.
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Fiz o que a Ana sugeriu: uma reunião simples, de uma hora, com algumas pacientes, para conversar sobre os métodos da clínica. E fui surpreendida. Eu estava me sabotando, achando que ninguém viria, que eu era amadora, que ninguém sairia de casa para me ouvir falar. Hoje entendo que o meu trabalho é o meu campo missionário.
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